terça-feira, 15 de dezembro de 2009
AC e John Legend na retrospectiva Altas Horas
Na madrugada (do dia 26), Serginho Groisman faz uma retrospectiva do Altas Horas em 2009 e reapresenta entrevistas com Xuxa, Ivete Sangalo, Ronaldo Fenômeno e com os cadeirantes Hebert Vianna, Marcelo Youka e Marcelo Rubens Paiva. Ainda no programa, uma reportagem especial do aniversário de nove anos da atração, que aconteceu no Piscinão de Ramos, no Rio de Janeiro, e outro do aniversário do Serginho, que teve a participação de Rita Lee, Lázaro Ramos e Dan Stulbach. E não poderiam faltar os encontros musicais, marca registrada do Altas Horas: Chitãozinho & Xororó e Tinoco, Ana Carolina e John Legend, banda formada por artistas torcedores do Flamengo, Santos, São Paulo, Cruzeiro e Corinthians. E, no palco, o apresentador recebe a banda mineira Jota Quest e vários artistas fazem juntos uma homenagem a Simonal.Fonte: TVaqui
Ana Carolina e Jau atrasam e são vaiados
Quando os portões do Jardins do Éden Festival se abriram, às 21h de sábado, no Gran Hotel Stella Maris, mulheres que esperavam do lado de fora correram em busca de um bom lugar na frente do palco. Mal sabiam o quanto teriam que esperar para ouvir a mineira Ana Carolina. O público acreditava que o o show estava marcado para começar às 21h, horário que constava de fato nos ingressos, mas a produção explicou que esta era a hora de abertura dos portões, a apresentação começaria somente às 22h.Às 23h, as vaias já haviam pipocado entre a multidão. Alguns mais jovens tentavam manter a pose, conversando displicentemente: moças de bocas brilhantes, rapazes bem penteados. Pelos cantos, as mulheres desciam do salto, sentavam-se no chão e demonstravam irritação. Kátia Reis, 33, achou a situação desrespeitosa. "Até agora ninguém da produção veio dar uma justificativa pelo atraso", disse. João Bosco, 60, acreditava que iria encontrar um show com melhor organização e pontualidade por conta do valor do ingresso: R$ 180, inteira, e R$ 90, meia.Para combater o estresse, o público só tinha como opção recorrer às sessões de massagem relaxante. De graça, pelo menos. O serviço de bar até que funcionou bem, com algumas opções de lanche e bebidas. Ao espaço da revista Contigo!, apenas convidados tinham acesso. De famosos, lá estavam apenas a atriz Suzana Pires, a Ivonete da novela Caras & Bocas, e a cantora baiana Thati. Quando a produção do evento finalmente subiu ao palco, às 23h25, para se desculpar e dizer que o show não demoraria a começar, foi recebida com uma forte vaia. Cinco minutos depois, eis que surge Ana Carolina.Antigos hits – Num cenário bem cuidado em que uma cortina fina permitia ver a cantora atrás da projeção de um céu com nuvens, Ana Carolina apareceu suspensa no ar, cantando Que se danem os nós. Só que não se ouvia sua voz. Um problema no áudio fez com que a primeira parte da canção ficasse prejudicada. No fim desta, mais um coro de vaias. A segunda canção do repertório, 10 minutos, do disco e show novos, N9ve, ganhou aplausos.Somente depois da terceira música, a cantora se dirigiu à plateia, dizendo que "é sempre bom estar em Salvador". Em seguida, tocou Era, sua canção preferida do disco mais recente. A maior empolgação do público, no entanto, ficou guardada para sucessos anteriores, como Entre olhares (quando casais se abraçaram por todos os lados), Rosas, É isso aí e Elevador.Quando Ana Carolina balançou os ombros no ritmo da batida da música 8 Estórias, as mulheres gritaram e se agitaram próximas ao palco, como aconteceu em outros momentos de maior interação. No bis, ela cantou Garganta, e encerrou o show com menos de uma hora e meia de duração.Jau levantou o público – Jau também começou sua apresentação com atraso. Passava das 2h20 da madrugada quando o cantor subiu ao palco, sob vaias. Diferente do show anterior, o público se empolgou imediatamente com a primeira música, Flores de favela.Pouca gente da plateia, de cerca de quatro mil pessoas, foi embora. O show seguiu animado, com muita dança e o som um pouco mais alto do que na apresentação de Ana Carolina. Jau terminou o show pedindo desculpas pelo atraso, sob aplausos do público. Fonte: A Tarde Online
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Luana Piovani e Cláudia Raia pegam voo em aeroporto carioca

Ana Carolina come para passar o tempoVários famosos circularam pelos corredores do Santos Dumont, na tarde desta quarta-feira (9), no Rio de Janeiro. As atrizes Luana Piovani e Cláudia Raia eram duas das que pegaram voos no aeroporto carioca.A cantora Ana Carolina fez uma parada no restaurante do terminal aéreo para se distrair enquanto esperava seu avião. Arlete Salles, Betty Faria e Daniela Mercury também passaram pelo local.
Fonte: Terra
Fonte: Terra
Ana Carolina em ritmo de samba

Cantora, que toca pandeiro há 15 anos, lança CD/DVD em que mostra lado sambista como intérprete e compositora
Rio - Se a paixão de Ana Carolina pelo pandeiro é antiga, o flerte com o samba está mais intenso no DVD e CD Multishow Registro ? Ana Carolina + Um, que chegou esta semana às lojas. O repertório conta com as baladas românticas que marcaram sua carreira, mas traz a cantora interpretando sambas ao lado de Gilberto Gil, Seu Jorge, Roberta Sá e Luiz Melodia. Todos de sua autoria ou parceria.Essa história começou quando a Mart?nália me pediu um samba. Ao fazer Cabide, senti que tinha uma chance de enveredar um pouco mais para esse lado, conta Ana, que foi apresentada por Mart nália ao compositor Mombaça. Ele é da turma dela e inauguramos uma parceria com dois sambas, diz a cantora, referindo-se a Tá Rindo, É?, deles com Antonio Villeroy, e Torpedo, música deles e letra de Gilberto Gil.Com Roberta Sá, Ana Carolina canta Milhares de Sambas e reencontra Seu Jorge em Tá Rindo, É?.Vi que Roberta é a voz dessa canção, mais que eu. Pensei no Jorge interpretando a letra, conta ela, que ainda tem a companhia de Luiz Melodia em Cabide.Ana, 35 anos, toca pandeiro desde os 20 e criou uma relação intensa com o instrumento. Quando escutei Olho de Peixe, disco do Lenine, ficava tentando tocar como Marcos Suzano ( percussionista). Acabei criando um jeito de tocar e o pandeiro se tornou tão forte no meu trabalho que não consigo mais tirá-lo da minha vida, diz ela, dona de oito pandeiros em casa e mais sete que rodam o País entre os instrumentos de seu show. O meu é feito com a minha medida, com a grossura do couro que peço especialmente ao Lanka (artesão de Campina Grande, na Paraíba).Ana Carolina até cogita fazer um álbum dedicado ao batuque. Não me assustaria se um dia eu quisesse gravar um CD só de samba. Adoro experimentar, revela. Até lá, vai ouvindo os mestres para aprender. Gosto muito do Arlindo Cruz, Sombrinha, escuto esses caras há um tempinho. E, quando criança, ouvia Geraldo Pereira, João da Baiana. Sigo tentando fazer samba, brinca ela, confessando que leva jeito para compor, mas não para sambar. Torço pela Beija-Flor, gosto de assistir aos desfiles, mas acho que não conseguiria ficar uma hora desfilando, completa.No DVD, Ana Carolina ainda canta Mais Que a Mim com o atual fenômeno da MPB, Maria Gadú, e faz um dueto ultra-irreverente com Angela Ro Ro em Homens e Mulheres.
Fonte: O Dia Online
Rio - Se a paixão de Ana Carolina pelo pandeiro é antiga, o flerte com o samba está mais intenso no DVD e CD Multishow Registro ? Ana Carolina + Um, que chegou esta semana às lojas. O repertório conta com as baladas românticas que marcaram sua carreira, mas traz a cantora interpretando sambas ao lado de Gilberto Gil, Seu Jorge, Roberta Sá e Luiz Melodia. Todos de sua autoria ou parceria.Essa história começou quando a Mart?nália me pediu um samba. Ao fazer Cabide, senti que tinha uma chance de enveredar um pouco mais para esse lado, conta Ana, que foi apresentada por Mart nália ao compositor Mombaça. Ele é da turma dela e inauguramos uma parceria com dois sambas, diz a cantora, referindo-se a Tá Rindo, É?, deles com Antonio Villeroy, e Torpedo, música deles e letra de Gilberto Gil.Com Roberta Sá, Ana Carolina canta Milhares de Sambas e reencontra Seu Jorge em Tá Rindo, É?.Vi que Roberta é a voz dessa canção, mais que eu. Pensei no Jorge interpretando a letra, conta ela, que ainda tem a companhia de Luiz Melodia em Cabide.Ana, 35 anos, toca pandeiro desde os 20 e criou uma relação intensa com o instrumento. Quando escutei Olho de Peixe, disco do Lenine, ficava tentando tocar como Marcos Suzano ( percussionista). Acabei criando um jeito de tocar e o pandeiro se tornou tão forte no meu trabalho que não consigo mais tirá-lo da minha vida, diz ela, dona de oito pandeiros em casa e mais sete que rodam o País entre os instrumentos de seu show. O meu é feito com a minha medida, com a grossura do couro que peço especialmente ao Lanka (artesão de Campina Grande, na Paraíba).Ana Carolina até cogita fazer um álbum dedicado ao batuque. Não me assustaria se um dia eu quisesse gravar um CD só de samba. Adoro experimentar, revela. Até lá, vai ouvindo os mestres para aprender. Gosto muito do Arlindo Cruz, Sombrinha, escuto esses caras há um tempinho. E, quando criança, ouvia Geraldo Pereira, João da Baiana. Sigo tentando fazer samba, brinca ela, confessando que leva jeito para compor, mas não para sambar. Torço pela Beija-Flor, gosto de assistir aos desfiles, mas acho que não conseguiria ficar uma hora desfilando, completa.No DVD, Ana Carolina ainda canta Mais Que a Mim com o atual fenômeno da MPB, Maria Gadú, e faz um dueto ultra-irreverente com Angela Ro Ro em Homens e Mulheres.
Fonte: O Dia Online
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